Com a rápida expansão da inteligência artificial generativa em brinquedos interativos e assistentes para menores, a União Europeia intensificou expressivamente os requisitos de segurança. Em 1 de janeiro de 2026, o novo Regulamento de Segurança dos Brinquedos da UE ((UE) 2025/2509) entrou oficialmente em vigor, articulado com a Lei de IA da UE (EU AI Act) e o Regulamento de Ciber-resiliência (CRA).
Pela primeira vez, a legislação comunitária estabelece a obrigatoriedade de avaliar os impactos sobre a «saúde mental e o bem-estar psicológico» das crianças. Dispositivos com conexão à internet ou recursos de IA conversacional devem certificar que não promovem manipulação comportamental, padrões de dependência ou distúrbios de sono.
Além das salvaguardas cognitivas, o pacote regulatório impõe critérios técnicos rigorosos de rastreabilidade e segurança física:
As exigências rigorosas do RGPD e da Lei de IA quanto aos dados biométricos e gravações de voz de menores inviabilizam soluções dependentes de servidores na nuvem desprotegidos.
A abordagem «Offline-First» promovida pela ChipTalk.AI estabelece uma base de engenharia sólida e em conformidade:
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